''O USO CORRETO E ADEQUADO DAS MÁSCARAS DE PROTEÇÃO''

Desde o início da Pandemia, o Ministério da Saúde divulgou orientações sobre o uso de máscaras para ajudar na prevenção contra o novo coronavírus: a utilização dos modelos de pano, que também funcionam como barreiras na propagação da doença. Desta forma, os equipamentos para proteção dos profissionais de saúde, que trabalham na assistência às pessoas doentes, ficam destinados a este fim.

“Para proteger você e sua família, o Ministério da Saúde orienta a produção de modelo simples, de pano”, diz, em seu site. O Ministério lançou, ainda, uma campanha digital pela mobilização da população para fabricar as próprias máscaras de pano. Para ser eficiente como uma barreira física, a máscara caseira precisa seguir algumas especificações, como ter, pelo menos, duas camadas de pano, ou seja, dupla face; ser individual, ou seja, não pode ser dividida com ninguém; os materiais para confecção podem ser tecidos de algodão, tricoline, TNT ou outros, desde que cubram totalmente o nariz e a boca, sejam higienizados corretamente e que as máscaras estejam bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais.

As máscaras também devem ser lavadas pelo próprio indivíduo, com sabão ou água sanitária, permanecendo de molho por cerca de 20 minutos, para manutenção do autocuidado, e ser trocada quando ficar úmida.

Uso de máscaras cirúrgicas e N95

As recomendações do Ministério da Saúde em relação ao uso de máscaras cirúrgicas e N95 permanece: apenas pessoas com sintomas, doentes, ou as que tenham a confirmação da Covid-19, seus familiares responsáveis pelo cuidado e profissionais de saúde devem usar este equipamento de proteção.

Nas situações em que o uso de máscara cirúrgica se faz necessário, é preciso tomar alguns cuidados, como não manusear o equipamento na parte da frente, visto que há mais chances de ter secreções, além de trocá-lo com frequência, para que não fique muito molhado.

O pesquisador reforça, como medida importante para evitar a proliferação da doença, permanecer em casa, evitando contato com outras pessoas, que podem estar doentes e não manifestarem os sintomas. Também é necessário não compartilhar utensílios (copos, garrafas, talheres, toalhas) que possam estar em contato com secreção e passar de uma pessoa para outra.

Para as pessoas que têm manifestação de sintomas respiratórios, a indicação é permanecer em casa, manterem-se hidratadas, aferir a temperatura e evitar o contato com membros da própria família. “Ainda não temos essa prática no Brasil, mas quem está doente deve ficar em casa para se cuidar, para cuidar dos outros, para cuidar da saúde pública e não transmitir doença para os outros”, reforça.

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